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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Angico-vermelho

Angico-vermelho

Nome científico: Anadenanthera macrocarpa.

Sinônimos populares: Angico, angico-preto, angico-do-campo, arapiraca, curupaí e angico-de-casca.


    Foto; Maria do Carmo Silva


Ocorrência: No Nordeste brasileiro e nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Tipo de solo: Prefere solos semi-ácidos, bem drenados, mas pode ocorrer em solos rochosos.

Características: É uma árvore de até 20 metros de altura, com médio esgalhamento, o tronco pode ser reto ou tortuoso, áspero, com espinhos não pontiagudos, cinza-amarronzado, folhas bipenadas, verdes-brilhantes, flores pequenas, amarelas e frutos em forma de vagem, com cerca de 15 centímetros de comprimento, portando até 10 sementes.

Luminosidade: Sol pleno.



                     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Em solo semi-ácido. As sementes devem ser regadas duas ou três vezes por dia. A germinação gira em torno de 80%. Leva de 30 a 60 dias para nascerem. A árvore é de crescimento médio a lento.

Usos: Sua madeira é resistente, sendo bastante usada em marcenaria. Sua casca é empregada em curtumes para curtir o couro.

Status ecológico: Ainda não é considerada em extinção. Embora seja protegida por lei, ainda é cortada para uso da madeira ou retirada sua casca para curtir couro, o que acarreta, a médio prazo, a sua morte.
Abraço preservacionista!

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Daniel Carvalho Gonçalves/youtube

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Araticum-açu

Araticum-açu

Nome científico: Annona neolaurifolia.

Sinônimos populares: Araticum-açu-do-mato e araticum-preto.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Ocorre no Brasil, nos estados de Minas Gerais e São paulo.

Características: É uma árvore de até 12 metros de altura, com tronco alongado, delgado (cerca de 20 centímetros de diâmetro), marrom-acinzentado, com copa pouco esgalhada, folhas lanceoladas, alternadas, verdes-claras. O fruto é sincárpio, ou seja, é a união em gomos de vários frutos em um só. Quando verde, é amarelado; e quando maduro, é amarelo-enegrecido. Muito saboroso.

Habitat: No cerrado, ocorre em matas de galeria, mas pode ocorrer em pequenas matas montanhosas.

Tipo de solo: Solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Usos: Seu fruto pode ser consumido in natura ou em forma de doces e geleias. É um ótimo alimento para a fauna selvagem, como, por exemplo, pássaros e micos.

Status ecológico: É um fruto raro, mas ainda sem risco maior de extinção.

Abraço preservacionista!






Coité

Coité

Nome científico: Crescente cujeste.

Sinônimos populares: Cuieira, cuia-de-árvore, cabaça-de-árvore.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Origem: América Central e Brasil.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, bastante esgalhada, tronco e galhos tortuosos, ásperos, marrom-acinzentados, folhagem densa, folhas verticiladas, oblanceoladas, verdes-brilhantes. Frutos arredondados com cerca de 20 centímetros de diâmetro. Frutifica de janeiro a agosto.

Tipo de solo: Solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes ou por estaquia.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: As sementes devem ser plantadas frescas, caso contrário não brotarão. Escolha uma boa muda, faça uma cova de 60 x 60 x 60 centímetros, ponha a muda e complete com uma mistura de terra comum, carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. 

Regas: Diárias nos primeiros dias de plantio. Podem ser suprimidas aos poucos.

Usos: O fruto pode ser consumido em sopas apenas enquanto estiver verde, com, no máximo, 6 centímetros de diâmetro. Depois de maduro e seco, é bastante utilizado em artesanato.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Aranha-de-prata

Aranha-de-prata

Nome científico: Argiope argentata.

Sinônimos populares: Aranha-de-jardim e aranha-prateada.

Ocorrência: Em praticamente toda a América do Sul.

Características: É uma aranha com cabeça e tronco menores e abdome avantajado, pernas longas, medindo até 3 centímetros de comprimento. Sua coloração pode variar entre riscos prateados, dourados, marrons e negros, sempre misturados com branco. Sua teia é sempre em formato geométrico, muito bem trabalhada e bonita. O macho é bem menor do que a fêmea. Essa aranha não possui veneno prejudicial ao homem.


     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Habitat: Vive em matas abertas, cerrados, caatingas e jardins.

Hábitos sociais: Vivem solitárias.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em sua teia.

Reprodução: O acasalamento se dá de forma violenta, pois o macho pode ser morto e comido pela fêmea após o acasalamento. As fêmeas botam seus ovos pertinho da teia, em folhas. Os filhotes já nascem autônomos. 

Predadores: Algumas aves.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Fisális

Fisális

Nome científico: Physalis angulata.

Sinônimos populares: Camapu, balãozinho, juá-liso-de-moita, juá-de-capote, mata-fome, fisális-do-mato e fisális-do-campo.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em praticamente todo o território brasileiro.

Características: É uma planta de até 80 centímetros de altura, com ramos angulosos, folhas alternadas, semi-serreadas, lanceoladas, verdes-foscas. Flores solitárias, amarelo-escuras. O fruto é uma baga arredondada, com cerca de 2 centímetros de diâmetro, casca fina, amarela ou verde-amarelado. Sabor agridoce.

Habitat: Campos baixos como várzeas ou próximo a lagoas.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Pode ser feito em canteiro ou vaso. Em canteiro, afofe bem a terra e misture com carvão vegetal ou cinza e esterco de curral ou compostagem. Coloque as mudas em espaços de 50 centímetros. Em vaso, coloque um pouco de caco te telha no fundo para facilitar a drenagem, um pouco de terra, coloque a muda e cubra com a mesma mistura citada acima.

Regas: Diárias.

Usos: Na natureza, serve de alimento para uma boa gama de aves. Na alimentação humana, está começando a ser cultivada comercialmente.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!


sábado, 4 de fevereiro de 2017

Caqui-do-mato

Caqui-do-mato

Nome científico: Diospirus brasiliensis.

Sinônimos populares: Olho-de-boi e jacuíba-açu.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, na região central.

Habitat: Gosta de mata mata atlântica, matas de transição e cerrado.

Características: É uma árvore de até 9 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bastante esgalhada, densamente folhada, com folhas alternadas,ovaladas, verdes-brilhantes na parte superior e verdes-foscas na parte inferior. Flores pequenas. Frutos arredondados, amarelos quando maduros, com polpa dura (não comestível para humanos), sementes envoltas por um arilo branco, adocicado, comestível. frutifica, dependendo da ocorrência de fevereiro a junho.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Leva de 30 a 60 dias para nascerem. A árvore começa a frutificar a partir do quarto ano.

Usos: O seu fruto serve de alimentos para micos, macacos e algumas aves. Pode usada na recuperação de matas como reflorestamento primário, devido ao seu rápido desenvolvimento.

Status ecológico: Embora seu habitat esteja constantemente ameaçado, ainda não corre o risco de extinção.
Abraço preservacionista!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Cigarras

Cigarras

Ordem: Hemiptera.

Subordem: Homoptera.

Família: Cicadidae.

Nome científico: Existem mais de 100 gêneros e um pouco mais de 1500 espécies de cigarras. A mais comum no Brasil é a Carineta faciculata.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Em países de clima tropical..

Sinônimos populares: Cega-cega.

Características: São insetos alados que variam de tamanho segundo a espécie. Podem ser pequeníssimas, com cerca de 15 milímetros ou chegarem a 7 centímetros. A maioria apresenta dois grandes olhos, asas transparentes, e podem variar de cor, desde o cinza a algumas cores como verde e amarelo. Cada uma delas tem um canto específico, uns, mais curtos e outros, mais longos. Os machos cantam estridentemente e as fêmeas, bem baixinho.

Hábitos sociais: No estado larval, são encontradas em pequenas colônias. Depois de adultas, vivem solitárias, encontrando-se apenas para reprodução.

Hábitos alimentares: No estado larval, alimentam-se da seiva das raízes das plantas. Adultas, alimentam-se da seiva dos troncos ou das folhas.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Os machos entoam o seu canto como atrativo para a fêmea. Após o acasalamento, a fêmea põe seus ovos nas cascas das árvores. Quando nascem, as ninfas caem e entram no solo. Vivem ali, segundo a espécie, de 1 a 17 anos, alimentando-se da seiva das raízes. Quando adultas, saem da terra e passam pela metamorfose final, desenvolvendo suas asas e indo em busca de um parceiro para a reprodução. O adulto vive de uma duas semanas.



     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves

Predadores: Aves e micos.

Mito: As cigarras cantam até estourarem. Aquela casca estourada encontrada nos troncos de árvores são apenas as partes externas da fase larval da cigarra. Acontece que ela precisa estourar essa casca para que suas asas se desenvolvam.

Problema: São pragas que atacam cafezais e laranjais, dando grande prejuízo para os agricultores, por causa do hábito de se alimentarem da seiva das raízes dessas plantas em seu estado larval. Normalmente são combatidas com inseticidas sistêmicos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!