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domingo, 22 de janeiro de 2017

Cafezinho

Cafezinho

Nome científico: Rhamnidium elaeocarpum.

Sinônimos populares: Saraguají, saraguaí, tarumaí.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, da região Nordeste à região Sul.

Características: É uma árvore de até 15 metros de altura, com tronco liso, cinza-amarronzado, bem esgalhada, densamente folhada, folhas inteiras, opostas, simples, ovadas, verdes-brilhantes. Frutos ocorrem de novembro a fevereiro. São arredondados, com 0,80 centímetro de diâmetro, negros quando maduros. Possuem pouquíssima polpa, com sabor adocicado, parecido com tutti-frutti.

Habitat: Orla de matas, margens de grotas, mata ciliar.

Tipo de solo: Adapta-se a qualquer tipo de solo. A sua altura e porte depende desse fator. Assim, ela varia de 3 a 15 metros. Pode ficar menor em solos pedregosos e pobres e maior em solos menos compactos e férteis.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Leva de 30 a 60 dias para nascer. Árvore de crescimento rápido. Frutifica, em média, com quatro anos.

Usos: Seu fruto saboroso pode ser consumido in natura ou em forma de suco. Também é muito apreciado por pássaros. Pode ser usada no reflorestamento primário, devido ao seu crescimento rápido.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

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you tube/ Daniel Carvalho Gonçalves

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mama-cadela

Mama-cadela

Nome científico: Brosimum gaidichaudii.

Sinônimos populares: Apinima, mamica-de-cadela, algodão-do-campo, amoreira-do-campo, mururerana, apé e inhoré.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-oeste.

Características: É um arbusto ou arvoreta de até 3 metros de altura, pouco esgalhado, caule liso, cinza ou marrom-avermelhado, folhas inteiras, simples, alternadas, oblanceoladas, verdes-brilhantes. Flores pequenas. Frutos arredondados. meio irregulares, possuem látex quando verdes, amarelos-dourados, quando maduros, fibrosos.

Habitat: Gosta de mata atlântica, cerrado e caatinga.

Tipo de solo: Não é muito exigente, ocorrendo desde solos férteis a solos ácidos.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Usos: O fruto pode ser consumido in natura ou em forma de geleia e suco. O caule e as raízes são usados para tratamento de problemas de pele e vitiligo.

Status ecológico: Embora seu habitat esteja sendo reduzido drasticamente por ação do homem, ainda não encontra-se em extinção.

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Abraço preservacionista!




quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Pica-pau-verde-barrado

Pica-pau-verde-barrado

Nome científico: Colaptes melannochloros.

Sinônimos populares: Pica-pau-carijó.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, da região Nordeste à região Sul e em pequenos pontos da região Norte.

Características: É uma ave de 27 centímetros, em média, com o dorso, peito e ventre verde-oliváceo, pintalgado de preto (carijó). A cabeça possui um topete vermelho, uma máscara branca  nos olhos, do bico até a nuca, separando duas faixas negras, bico pontiagudo, próprio para captura de insetos. Na época de reprodução (a partir de julho) emite um canto que imita uma risada, similar ao do pica-pau-do-campo. São animais bastante territorialistas. Marcam seu território tamborilando uma determinada sequência de batidas em árvores secas.

Habitat: Vive em matas, em cerrado, caatinga e campos.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em árvores e de frutos polposos.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em ocos cavados por ele mesmo em árvores secas ou aproveitando buracos naturais em árvores. Forra com madeira do próprio buraco, põe de dois a quatro ovos, que levam cerca de 18 dias para chocarem. Os filhotes são cuidados por ambos os pais.

Predadores: Aves de rapina.

Status ecológico: Embora seu ambiente venha sendo ameaçado, ainda não corre risco de extinção.

Abraço preservacionista!


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Castanha-de-cipó

Castanha-de-cipó

Nome científico: Dicella bracteosa.

Sinônimos populares: Avelã-de-cipó, amendoim-de-cipó e guayki-manduvi.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados e Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia.

Características: É uma trepadeira que pode alcançar até 10 metros de comprimento, formando, normalmente pequenas moitas nas árvores nas quais se sustenta. Possui caule cilíndrico, folhas ovaladas, simples, opostas, verdes-brilhantes a verdes-escuras, dependendo da luminosidade recebida. Flores pequenas, amarelas, em cachos. frutos arredondados, com micro-cerdas urticantes, que podem queimar locais de pele mais fina. Floresce em dezembro e frutifica em fevereiro/março.

Habitat: Matas ciliares, matas de transição e mata atlântica.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Tipo de solo: Gosta de solos férteis e bem drenados.

Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Plantio: Deve ser feito com o fruto maduro, inteiro. Faça uma mistura de terra comum, carvão vegetal e esterco de curral ou compostagem. Plante e regue em abundância. Leva de 30 a 70 dias para nascer. Para melhor cultivo, plante junto à uma árvore em que ela possa se sustentar ou faça um suporte artificial para ela subir.

Utilizando o fruto: Leve o fruto inteiro ao fogo, diretamente, para sapecar as micro-cerdas urticantes. Logo em seguida, pode-se abrir os frutos e comer sua castanha. Possui sabor similar ao do amendoim.

Status ecológico: Sem risco imediato de extinção, embora seu habitat seja constantemente ameaçado.

Abraço preservacionista!