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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Abacaxizinho-do-cerrado

Abacaxizinho-do-cerrado

Nome científico: Ananas ananassoides e Ananas comosus.

Sinônimos populares: Abacaxizinho ou abacaxi-do-cerrado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato-Grosso-do-Sul e São-Paulo.

Características: É uma bromélia terrestre, com folhas lanceoladas, vincadas centralmente, com espinhos nas laterais, dispostas em rosetas. O fruto é um abacaxi em miniatura, um pouco mais ácido.

Habitat: Cerrado e campos sujos.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Sol pleno.

Multiplicação: Por mudinhas que surgem ao lado da planta-mãe ou pela "coroa" do fruto.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Beija-flor-tesoura-verde

Beija-flor-tesoura-verde

Nome científico: Thalurania furcata.

Sinônimos populares: Beija-flor-de-barriga-violeta e beija-flor-de-ventre-roxo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Ocorre praticamente em todo o Brasil, menos na região Sul.

Características: É uma ave de até 10 centímetros de comprimento, bico fino e comprido, negro. O macho possui dorso, cabeça e garganta esverdeados e peito e ventre azul/violeta. A fêmea possui peito, ventre e dorso acinzentados com matizes verdes.

Habitat: Gosta de espaços abertos nas orlas de matas de galeria ou ciliares.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar das flores e de insetos capturados durante o voo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Constrói seu ninho em forquilhas de arbustos ou árvores a cerca de 2 metros de altura. Esse ninho é feito de pedacinhos de folhas, capim e paina ou teia de aranha. Põe 2 ovos que levam em torno de 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina ou serpentes arborícolas.

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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Suiriri-pequeno

Suiriri-pequeno

Nome científico; Satrapa icterophrys.

Sinônimos populares: Suiriri, suiriri-de-sobrancelhas-amarelas e em inglês yellow-browed-tyrant.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e parte da Nordeste.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com a parte superior da cabeça, dorso e parte inferior e superior da cauda acinzentados, ventre amarelo, peito e garganta cinza-claros, meio amarelados, acima do olho tem um risco amarelado similar a uma sobrancelha.

Habitat: Gosta de espaços abertos próximo a lagoas ou cursos d'água.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados durante o voo, como cupins, besouros, moscas, etc.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos ou árvores baixas, bem protegidos. Põe de 1 a 4 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cedro

Cedro

Nome científico: Cedrela fissilis.

Sinônimos populares: Cedro-rosa, cedrinho.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Praticamente em todo o Brasil.

Características: É uma árvore de até 22 metros de altura, porte semi-ereto, bem esgalhada na sua parte superior, tronco marrom-acinzentado, rugoso, folhas pinadas, lanceoladas, flores branco-amareladas, e o fruto é uma cápsula que se abre, liberando sementes aladas, não é comestível.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Sementes de média germinação. Crescimento rápido.

Utilidade: Sua madeira é de alto valor comercial, sendo bastante utilizada para construção de móveis, por exemplo.

Status ecológico: Ameaçado de extinção.

Observação importante: O corte indiscriminado e incontrolado desta espécie em matas nativas pode levá-la à extinção. Poderia ser cultivado da mesma forma que o eucalipto, uma vez que seu crescimento é rápido. É tempo de proteger essa e outras espécies ameaçadas pela ganância humana.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mãe-da-lua

Mãe-da-lua

Nome científico: Nyctibius griseus.

Sinônimos populares: Urutau, urutau-comum e urarataguá.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Costa Rica, Bolívia, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Características: É uma ave de até 28 centímetros de comprimento e pode apresentar-se com duas colorações básicas: a primeira com dorso, fronte, coroa e nuca marrom-acinzentados e peito e ventre cinza-claro salpicado de marrom-escuro; a segunda pode ser cinza-claro e salpicada de marrom-escuro em todo o corpo.

Hábitos sociais: Vive solitária.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em pleno voo como mariposas, cupins alados e besouros, por exemplo.

Habitat: Gosta de matas de galeria, mata atlântica e adapta-se também em locais mais abertos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Praticamente não nidifica. Aproveita algum encaixe que o toco onde esteja pousada apresente e põe um ovo. Leva em torno de 33 dias para eclodir. A mãe cuida do filhote por até sete semanas. Esse já aprende a permanecer imóvel desde o nascimento, de forma que fica praticamente invisível no ambiente.

Predadores: Aves de rapina como corujas e (mais raramente) serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Picapauzinho-anão

Picapauzinho-anão

Nome científico: Veniliornis passerinus.

Sinônimo popular: Pica-pau-pequeno.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Bolívia, Paraguai e Venezuela.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com o dorso verde-amarelado, quase oliváceo, ventre e peito carijós, ou seja, pintalgado de branco e preto, cabeça cinza-clara com um topete vermelho.

Habitat: Gosta de espaços abertos como várzeas ou orla de matas de galeria.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos, principalmente de cupins e formigas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores, colmos de bambu ou palmeiras ou em galhos bem protegidos. Põe de 2 a 3 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Guaxigaba-açu

Guaxigaba-açu

Nome científico: Exostiles venusta.

Sinônimos populares: Vagem-grande, maria-mole, tamarindo-de-restinga.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Características; É uma árvore de até 10 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bastante esgalhada, densamente folhada, folhas compostas, pinadas, com cerca de 5 centímetros, verdes-brilhantes. Flores em racemos axilares, tomentosas, vermelhas com branco. O fruto é uma vagem achatada, marrom-escura quando madura, com cerca de 15 centímetros de comprimento. possui polpa carnosa, com 4 a 8 sementes de cor creme. Comestível, com sabor meio ácido.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou bordas de matas de galeria.

Tipo de solo: Aprecia solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade; Sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Semente de difícil germinação. Pode se auxiliar no processo utilizando ácido giberélico ou NPK 4-14-8 para quebra da dormência.

Utilidade na natureza; Serve de alimentação e abrigo para muitas aves.

Status ecológico: Corre risco de extinção por dois fatores: ação do homem e dificuldade de germinação. Assim, quando encontrar frutos na natureza, espalhe as sementes em vários lugares diferentes. Colabore com a natureza e a preservação dessa espécie.

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Juriti-pupu

Juriti-pupu

Nome científico: Leptotila verreauxi.

Sinônimos populares: Pupu, pomba-juriti e White-tipped dove (em inglês).



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Argentina e sul dos Estados Unidos.

Características: É uma ave de até 28 centímetros, com dorso pardo-escuro , cabeça pardo um pouco mais clara e peito e ventre mais claros ainda, tendendo para o branco. Emite um canto similar a pu-pu, meio alongado, daí o seu nome popular. É uma ave relativamente mansa, convivendo bem nas cidades.

Habitat: Gosta de capoeiras, áreas próximas a matas de galeria, por exemplo.

Hábitos sociais: Vive solitária ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de sementes, insetos e frutos caídos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos bem protegidos, põe dois ovos que levam, em média, 14 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, micos e serpentes.

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Canário-do-brejo

Canário-do-brejo

Nome científico: Emberizoides ypiranganus.

Sinônimo popular: Canarinho-do-brejo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Características: É uma ave de até 18 centímetros de comprimento. com a cabeça cinzenta, dorso cinzento, asas misturadas de cinza, preto e amarelo, bico amarelo-ouro e pernas cinzentas. Possui canto melodioso.

Habitat: Gosta de espaços abertos como campos, várzeas e pântanos.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de sementes, insetos e frutas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Constrói seu ninho em arbustos bem protegidos, põe 2 ou 3 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes.

Status ecológico: Embora esteja ameaçado devido a diminuição do seu ambiente natural, ainda não corre risco de extinção.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Taturana-cachorrinha

Taturana-cachorrinha

Nome científico: Megalopygigae podalia sp.

Sinônimos populares: Lagarta-cachorrinho, lagarta-gatinho, cachorrinha, cachorrinho, gatinho e taturana.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em todo o território brasileiro.

Características: É uma lagarta com pelos longos amarelos-acastanhados, com aproximadamente 6 centímetros de comprimento. Os pelos são macios e não provocam mal, mas escondem cerdas mais duras e venenosas. Os acidentes normalmente provocam dor e vermelhidão local, podendo estender-se às axilas ou região pubiana.

Habitat: Vive nas folhas das árvores. Das árvores frutíferas, preferem a goiabeira.

Hábitos sociais: A partir do momento que saem dos ovos, são autônomas e vivem isoladas.

Hábitos alimentares: Alimentam-se unicamente de folhas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: São a fase larval de algumas borboletas. Só reproduzirão depois de adultas.

Predadores: Algumas aves como a alma-de-gato, por exemplo.

Tratamento em caso de acidente: O melhor tratamento é retirar os restos das cerdas urticantes da pele e aplicar gelo no local. Em caos mais sérios, pode-se usar anti-histamínicos ou, ainda, procurar um hospital e tomar soro específico para a espécie. Convém levar a lagarta junto para melhor identificação.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Marimbondo enxu-da-beira-do-telhado

Marimbondo enxu-da-beira-do-telhado

Nome científico: Polybia scutelaris.

Sinônimos populares: Marimbondo-boca-torta, camoatim, camoati e canguaxi.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Em todo o Brasil.

Características: É uma vespa social com cerca de 1,5 centímetro de comprimento de cor preta com listras amarelas. O vespeiro pode ser cônico ou irregular, quase sempre fechado, mas pode apresentar-se aberto na parte inferior.

Hábitos sociais: Vive em grupos com 300 vespas, em média. Sua moradia é construída com uma mistura de fragmentos de árvores secas e saliva, algo similar a nossa celulose.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar, frutas e flores.

Habitat: Constroem seu vespeiro em telhados ou galhos de árvores.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Comportamento: É uma vespa agressiva, defendendo bem o vespeiro.

Picada: Sua picada é dolorida, principalmente porque ataca o rosto, olhos e boca.

Tratamento: Aplicação de gelo no local e remédios anti-histamínicos.

Predadores: Aves e algumas outras vespas carnívoras.

Status ecológico: Sem risco de extinção. 

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Grão-de-bode

Grão-de-bode

Nome científico: Swartzia oblata.

Sinônimo popular: Favão.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sudeste, Centro-oeste e parte do Nordeste.

Características: É uma árvore de até 15 metros de altura. Quando está em local com baixa luminosidade, tem pouco esgalhamento, tronco fino e fica mais alta. Quando está em local com alta luminosidade, tem esgalhamento abundante, tronco mais grosso e fica com menor altura. Tronco liso, marrom-acinzentado. Folhas compostas, pinadas, com cerca de 5 centímetros de comprimento. Flores bonitas, branco-amareladas. Os frutos ficam dependurados no tronco e nos galhos mais grossos, são vagens grossas de até 20 centímetros, parece uma vagem de feijão tamanho gigante, com sementes envoltas em um arilo amarelo comestível.

Habitat: Mata atlântica, mata de galeria e mata ciliar.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes. Estas são de fácil germinação. levam de 20 a 60 dias para germinarem.

Utilidade na natureza: Os frutos são apreciados por macacos, micos e pássaros. São comestíveis para humanos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Milho-de-grilo

Milho-de-grilo

Nome científico: Lantana aff. lilacina desf.

Sinônimos populares: Lantaninha e lantana-lilás..


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Características: É um arbusto de até 1,5 metro de altura, com médio esgalhamento, folhas crenadas, verticiladas, verdes-escuras. Flores minúsculas lilacíneas. Frutos esféricos pequenos, dispostos em cachos de até 8 centímetros, lilacíneos. Muio saborosos. Frutifica no verão.

Habitat: Ocorre em matas ciliares, várzeas e campos próximos a matas de galeria.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, meio arenosos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Na natureza, as sementes hibernam até a chegada da chuva da primavera para germinarem. Mas é possível quebrar a dormência delas com o uso de ácido giberélico ou NPK 4-14-8.

Utilidade na natureza: Seu fruto é muito apreciado por pássaros e insetos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Bicho-pau

Bicho-pau

Nome científico: Ctenomorpha marginipennis.

Sinônimos populares: Bicho-de-pau, bicho-graveto e mané-magro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em boa parte da América do Sul.

Características: É um inseto exótico, delgado,parecido com finos galhos de árvore (uma das melhores camuflagens do mundo dos insetos), marrom-acinzentado. A fêmea pode chegar a 20 centímetros de comprimento e o macho a 12 centímetros. É um animal completamente inofensivo. Protege-se contra seus predadores produzindo uma substância leitosa e repulsiva.

Habitat: Gosta de campos, cerrados, orla de matas, mata ciliar e mata de galeria.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de folhas e ervas.

Hábitos sociais: Vive solitário. Machos encontram-se com a fêmea apenas para acasalamento.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Pode ser sexuada (encontro do macho com a fêmea) ou assexuada (quando não depende de fertilização). A fêmea deixa seus ovos no chão de forma aleatória, em várias direções. Os ovos demoram, em média, 120 dias para eclodirem. Os filhotes são cópias do adulto e completamente independentes.

Predadores: Algumas aves, aranhas e louva-a-deus.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 28 de março de 2017

Uva-do-mato-da-flor-vermelha

Uva-do-mato-da-flor-vermelha

Nome científico: Cissus paullinifolia.

Sinônimos populares: Parreira-brava e uva-pintadinha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São paulo, Paraná e Santa Catarina.

Características: É um cipó trepador, com caule cilíndrico, marrom-avermelhado, folhas verticiladas, oblanceoladas, verdes-brilhantes. Flores em cachos, vermelhas, decorativas. Os frutos são uma baga oblonga de até 1,2 centímetros de diâmetro, vinhos-escuros, quase pretos. Comestíveis. Saborosos.

Habitat: Cerrado, campos abertos e orlas de matas de galeria ou matas ciliares.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Leva entre 30 e 60 dias para germinarem.

Importância ecológica: Seus frutos são fonte de alimento para muitos pássaros e micos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 21 de março de 2017

Araticuí

Araticuí

Nome científico: Annona dolabripetala.

Antiga classificação científica: Rollinia longifolia.

Sinônimo popular: Atinha-do-mato.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás e Rio de Janeiro.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, tronco esguio, marrom-acinzentado, pouco esgalhada, folhas alternadas, simples, ovadas, verdes-foscas. Flores esverdeadas, com 3 pétalas coreáceas. Frutos sincárpios (vários frutos reunidos em um só), amarelos quando maduros. Saborosos.

Habitat: Mata atlântica e mata de galeria.

Tipo de solo: Ocorre em solos semi-ácidos, às vezes até pedregosos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes. Semente de difícil germinação. Deve ser colocada de molho por uma semana numa solução de ácido giberélico ou NPK 4-14-8 com água. Leva, em média, 45 dias para germinar.

Usos: Além de ser um ótimo alimento para a fauna selvagem, como pássaros e micos, pode ser consumida in natura por humanos ou em forma de sucos e geleias.

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domingo, 19 de março de 2017

Guaranaí

Guaranaí

Nome científico: Paullinia rubiginosa.

Sinônimos populares: Guaraná-anão, guaraná-pequeno e guaraná-mirim.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, Argentina e Paraguai.

Características: É um cipó trepador, com gavinhas, caule lenhoso, ramos flexíveis, folhas opostas, obovadas, verdes-brilhantes. Flores em cachos, agrupadas em feixes. Os frutos são vermelhos, com 2 ou 3 sementes negras, envoltas por um arilo branco adocicado. Frutifica de fevereiro a março.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou próximo a corpos d'água.

Tipo de solo: Prefere solos fértes a semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Função ecológica: Serve de abrigo e alimento para grande quantidade de aves.

Preparação: As sementes são lavadas e passadas na peneira para a retirada do arilo, secas e socadas para retirar a casca. Após, são levadas ao forno para torrefação. Depois de esfriar são moídas. Com o pó, prepara-se a bebida, similar a um chá ou pode ser adicionado a outras bebidas.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Murici-do-campo

Murici-do-campo

Nome científico: Byrsonima crassifolia.

Sinônimos populares: Murici e murici-de-folha-grossa.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

Características: É uma árvore de até 4 metros de altura, bastante esgalhada, densamente folhada. Folhas opostas cruzadas, ovaladas, verdes-escuras na parte superior e verdes-foscas na parte inferior, coreáceas. Flores diminutas, amarelas, Frutifica de dezembro a março, frutos em cachos, arredondados, com cerca de 1 centímetro de diâmetro, verdes, mesmo quando maduros, cheirosos e muito gostosos.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Baixo poder de germinação. Essa pode ser induzida, quebrando a dormência, deixando a semente de molho numa mistura de água e ácido giberélico ou NPK 4-14-8 por uma semana. Leva de 40 a 80 dias para germinar.

Status ecológico: Apesar de ter o ambiente ameaçado, ainda não corre risco de extinção.

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terça-feira, 14 de março de 2017

Freirinha

Freirinha

Nome científico: Arundinicola leucocephala.

Sinônimos populares: Lavadeira-de-cabeça-branca, Maria-velhinha, viuvinha, viuvinha-do-brejo, cabeça-de-louça e cabeça-de-vô.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em todo o Brasil, menos no Sudoeste amazônico.

Características: É um pássaro com 15 centímetros, em média. O macho possui cabeça e garganta brancos e o resto do corpo, negro. A fêmea possui apenas a testa branca e o resto do corpo marrom-acinzentado. Bicos e pernas negros.

Habitat: Gosta de margens de corpos d'água, principalmente lagoas e brejos.

Hábitos sociais: Vive em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em pleno voo.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos bem protegidos. Esse ninho tem forma arredondada. Põe de 2 a 4 ovos que levam, em média, 16 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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domingo, 5 de março de 2017

Juá-mirim

Juá-mirim 

Nome científico: Celtis iguanaea.

Sinônimos populares: Gurrupiá e taleira.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, de Nordeste a Sul.

Características: Pode ocorrer em forma de arbusto, de árvore ou arbusto semi-trepador, alcançando até 5 metros de altura. Tronco fino, marrom-acinzentado, pouco esgalhado, com espinhos nas junções das folhas com o caule, folhas ovadas, alternadas, meio lixentas, verdes-escuras. Flores pequenas amarelas-esbranquiçadas. Os frutos são pequenas drupas de até 1,2 centímetro, em pequenos agrupamentos nas axilas das folhas, amarelos e muito saborosos. É comestível por humanos. Os pássaros apreciam muito.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou matas de galeria.

Tipo de solo: Solo fértil, com bastante material orgânico e bem drenado.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes. Plantadas frescas, levam em torno de 40 dias para nascerem.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

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Pixirica-roxa

Pixirica-roxa

Nome científico: Leandra australis.

Sinônimos populares: Pixirica e matoberry.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul e Sudeste.

Características: É um arbusto de até 1,5 metro de altura, esgalhado desde o solo, formando moitas, densamente folhado, folhas inteiras,ovadas, opostas cruzadas, com pilosidades, verdes-brilhantes. Flores pequenas. frutos de até 10 milímetros de diâmetro, roxos.

Habitat: Gosta de orla de cursos d'água, grotas, e de matas de galeria.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos a férteis, bem drenados.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Dado importante: O fruto é riquíssimo em antocianina, um pigmento responsável pela coloração escura dos frutos e pela cor de nossa pele. Além disso é um excelente preventivo do câncer, anti-inflamatório, bom para a pele e olhos e mais alguns benefícios. Como brasileiro dói ver a valorização de plantas estrangeiras como o blueberry canadense, por exemplo, quando a pixirica possui 5 vezes mais antocianinas do que esse. 

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

sábado, 4 de março de 2017

Araticum-de-moita

Araticum-de-moita

Nome científico: Annona tomentosa.

Sinônimos populares: Araticum-bravo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, Nos estados de Goiás, Tocantins, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

Características: É um arbusto de até 2 metros de altura, esgalhado desde o início do caule, formando pequenas moitas. Folhas alternadas, coreáceas, ovais, verdes-foscas. Flores com pétalas e sépalas amarelas-esbranquiçadas. Frutos são sincárpios, ou seja, cada fruto é a junção de vários frutos, formando gomos. Amarelos quando maduros. Muito saborosos. Frutifica de fevereiro a abril.

Habitat: Gosta de cerrado ou campos próximos de montanhas.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Pouco índice de germinação, cerca de 60%. As sementes devem ser tratadas com ácido giberélico ou NPK 8-14-8 para quebrar a dormência por cerca de 3 dias. Leva de 40 a 70 dias para nascerem. Deve ser regada com constância e mantida à sombra.

Usos: Pode ser consumido in natura ou em forma de geleias e doces. Utilizada no reflorestamento primário, devido ao seu rápido desenvolvimento. Muito útil para a vida selvagem, principalmente pássaros que se alimentam de seus frutos.

Abraço preservacionista!

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Angico-vermelho

Angico-vermelho

Nome científico: Anadenanthera macrocarpa.

Sinônimos populares: Angico, angico-preto, angico-do-campo, arapiraca, curupaí e angico-de-casca.


    Foto; Maria do Carmo Silva


Ocorrência: No Nordeste brasileiro e nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

Tipo de solo: Prefere solos semi-ácidos, bem drenados, mas pode ocorrer em solos rochosos.

Características: É uma árvore de até 20 metros de altura, com médio esgalhamento, o tronco pode ser reto ou tortuoso, áspero, com espinhos não pontiagudos, cinza-amarronzado, folhas bipenadas, verdes-brilhantes, flores pequenas, amarelas e frutos em forma de vagem, com cerca de 15 centímetros de comprimento, portando até 10 sementes.

Luminosidade: Sol pleno.



                     Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Plantio: Em solo semi-ácido. As sementes devem ser regadas duas ou três vezes por dia. A germinação gira em torno de 80%. Leva de 30 a 60 dias para nascerem. A árvore é de crescimento médio a lento.

Usos: Sua madeira é resistente, sendo bastante usada em marcenaria. Sua casca é empregada em curtumes para curtir o couro.

Status ecológico: Ainda não é considerada em extinção. Embora seja protegida por lei, ainda é cortada para uso da madeira ou retirada sua casca para curtir couro, o que acarreta, a médio prazo, a sua morte.
Abraço preservacionista!

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domingo, 19 de fevereiro de 2017

Araticum-açu

Araticum-açu

Nome científico: Annona neolaurifolia.

Sinônimos populares: Araticum-açu-do-mato e araticum-preto.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Ocorre no Brasil, nos estados de Minas Gerais e São paulo.

Características: É uma árvore de até 12 metros de altura, com tronco alongado, delgado (cerca de 20 centímetros de diâmetro), marrom-acinzentado, com copa pouco esgalhada, folhas lanceoladas, alternadas, verdes-claras. O fruto é sincárpio, ou seja, é a união em gomos de vários frutos em um só. Quando verde, é amarelado; e quando maduro, é amarelo-enegrecido. Muito saboroso.

Habitat: No cerrado, ocorre em matas de galeria, mas pode ocorrer em pequenas matas montanhosas.

Tipo de solo: Solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.




    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes.

Usos: Seu fruto pode ser consumido in natura ou em forma de doces e geleias. É um ótimo alimento para a fauna selvagem, como, por exemplo, pássaros e micos.

Status ecológico: É um fruto raro, mas ainda sem risco maior de extinção.

Abraço preservacionista!