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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Calango-rajado

Calango-rajado

Nome científico: Tripidurus oreadicus.

Sinônimos populares: Calanguinho e calango.

Ocorrência: Brasil, nos estados do Pará, Amazonas, Goiás, Maranhão, Piauí, Tocantins, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso e Minas Gerais.

Habitat: Gosta de locais secos, mas vivem bem em qualquer ambiente com boa luminosidade.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É um lagarto de até 30 centímetros de comprimento, com o corpo marrom-acinzentado com listras negras distribuídas lateralmente. A parte inferior é mais clara, quase branca. É o lagarto mais comum no Brasil.

Hábitos sociais: Embora encontrados em grande número, são animais solitários.

Hábitos alimentares: Alimentam-se de aranhas, escorpiões, formigas, besouros e praticam o canibalismo, alimentando-se de lagartos menores, principalmente filhotes.

Reprodução: São ovíparos. A fêmea põe de 4 a 6 ovos em buracos e que chocam sozinhos com a temperatura do local. levam até 120 dias para eclodirem. Os filhotes são miniaturas dos pais e são independentes desde o nascimento. Apenas um ou dois em cada ninhada devem chegar à idade adulta.

Predadores: Serpentes, aves de rapina e eles próprios, tendo em vista a prática do canibalismo.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Sapo-cururu

Sapo-cururu

Nome científico: Rhinella icterica.

Antiga denominação científica: Bufo ictericus.

Sinônimos populares: Sapatão, caminhão, abobado, sapo-abobado.

Ocorrência: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É um anfíbio de corpo achatado, musculoso, de cor marrom-acinzentado, com manchas negras no dorso. É o sapo mais comum no Brasil. Possui uma glândula de veneno atrás dos olhos. Usa apenas para se defender de predadores. Pode causar irritação na pele e nos olhos. O ideal é lavar a parte afetada rapidamente.

Habitat: Gosta de lugares úmidos. Pode ser encontrado em brejos, jardins, etc.

Hábitos sociais: Tem modo de vida solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos, aranhas, escorpiões e minhocas.

Reprodução: A fecundação é externa. A fêmea deposita os óvulos na água e o macho libera espermatozoides para fecundar em momentos diferentes.

Predadores: Serpentes e aves (filhotes).

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 19 de julho de 2017

Escova-de-macaco

Escova-de-macaco

Nome científico: Combretum fruticosum.

Sinônimos populares: Bugio, flor-de-fogo, etc.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em toda a América tropical.

Características: É uma trepadeira, raramente ocorrendo como arbusto, com caule cilíndrico, marrom-acinzentado, folhas ovaladas, verdes-brilhantes, com cerca de 10 centímetros de comprimento, e floração exuberante, em forma de escova, amarela.

Habitat: Gosta de bordas de florestas, matas ciliares e matas de galeria.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos a férteis, bem drenados.

Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Usos: Pode ser cultivada em jardinagem em caramanchões ou pergolados.

Status ecológicos: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 12 de julho de 2017

Aranha-lobo

Aranha-lobo

Nome científico: Lycosa erythrognata.

Sinônimos populares: Aranha-de-jardim e aranha-de-grama.

Ocorrência: Em praticamente todo o Brasil.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Características: É uma aranha de até 5 centímetros de comprimento, com 4 pares de patas e duas quelíceras. possui abdome menor do que o tronco, marrom-acinzentado com uma listra negra central. O tronco é marrom-acinzentado com duas listras negras laterais. O macho é bem menor do que a fêmea e possui coloração marrom-acinzentada uniforme.

Habitat: Gosta de ficar embaixo de entulhos ou escondida na grama ou jardim.

Hábitos sociais: Vive solitária.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos como moscas, filhotes de répteis como lagartixas e até outras aranhas menores.

Reprodução: O macho aproxima-se da fêmea com cuidado, pois, na maioria das vezes, ele termina morto por ela. Raros conseguem sobreviver a esse momento. Ela deposita os ovos debaixo de entulhos. Quando eclodem, os filhotes são autônomos.

Predadores: Algumas aves e escorpiões.

Veneno: De baixa toxidade para humanos. Normalmente apresenta dor local, vermelhidão e, em casos raros, reações alérgicas. Nesse caso, é bom procurar o médico.

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Jenipapo

Jenipapo

Nome científico: Genipa americana.

Sinônimos populares: Jenipaba.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos biomas do cerrado e mata atlântica.

Características: O jenipapo é uma das frutas do cerrado mais conhecidas. É uma árvore que pode chegar aos 20 metros de altura, bastante esgalhadas, tronco liso, acinzentado, folhas ovadas, com cerca de 25 centímetros, verdes-brilhantes. Flores branco-amareladas, frutos arredondados, marrom-acinzentados, de sabor acre-adocicado.

Tipo de solo: Solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Usos: Suas frutas podem ser consumidas in natura ou em forma de sucos, xaropes, geleias, ou, ainda, como remédio natural. para detalhes, veja o blog wwwplantasquecuram.blogspot.com ou o canal do you tube: Farmácia natural: cura pelas plantas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Rã-choradeira

Rã-choradeira

Nome científico: Physalaemus gracilis.

Sinônimos populares: Rã-chorona, chorãozinho, caçote e caçota.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul e Sudeste.

Características: É uma ranidae com até 4 centímetros de comprimento com o corpo marrom-amarelado, com uma máscara negra do focinho até a base das coxas e manchas circulares mais ou menos visíveis nas coxas. O macho possui mancha na região do papo devido a presença do saco vocal. É conhecida popularmente como rã-choradeira por que o canto do macho se parece com  o choro de um bebê. Essa rã, também, quando é atacada por predadores costura chorar copiosamente.

Habitat: Gosta de brejos ou margens de lagoas ou rios.

Hábitos sociais: Vive solitária.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos e vermes como minhocas, por exemplo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Em locais encharcados, podemos encontrar alguns pontos de espuma branca, onde os ovos são depositados. Eclodem como girinos (rãs ainda não completamente formadas) e em poucos dias já são miniaturas dos pais. Nascem independentes.

Predadores: Cobras.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Abacaxizinho-do-cerrado

Abacaxizinho-do-cerrado

Nome científico: Ananas ananassoides e Ananas comosus.

Sinônimos populares: Abacaxizinho ou abacaxi-do-cerrado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato-Grosso-do-Sul e São-Paulo.

Características: É uma bromélia terrestre, com folhas lanceoladas, vincadas centralmente, com espinhos nas laterais, dispostas em rosetas. O fruto é um abacaxi em miniatura, um pouco mais ácido.

Habitat: Cerrado e campos sujos.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Sol pleno.

Multiplicação: Por mudinhas que surgem ao lado da planta-mãe ou pela "coroa" do fruto.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Beija-flor-tesoura-verde

Beija-flor-tesoura-verde

Nome científico: Thalurania furcata.

Sinônimos populares: Beija-flor-de-barriga-violeta e beija-flor-de-ventre-roxo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Ocorre praticamente em todo o Brasil, menos na região Sul.

Características: É uma ave de até 10 centímetros de comprimento, bico fino e comprido, negro. O macho possui dorso, cabeça e garganta esverdeados e peito e ventre azul/violeta. A fêmea possui peito, ventre e dorso acinzentados com matizes verdes.

Habitat: Gosta de espaços abertos nas orlas de matas de galeria ou ciliares.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar das flores e de insetos capturados durante o voo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Constrói seu ninho em forquilhas de arbustos ou árvores a cerca de 2 metros de altura. Esse ninho é feito de pedacinhos de folhas, capim e paina ou teia de aranha. Põe 2 ovos que levam em torno de 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina ou serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Suiriri-pequeno

Suiriri-pequeno

Nome científico; Satrapa icterophrys.

Sinônimos populares: Suiriri, suiriri-de-sobrancelhas-amarelas e em inglês yellow-browed-tyrant.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e parte da Nordeste.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com a parte superior da cabeça, dorso e parte inferior e superior da cauda acinzentados, ventre amarelo, peito e garganta cinza-claros, meio amarelados, acima do olho tem um risco amarelado similar a uma sobrancelha.

Habitat: Gosta de espaços abertos próximo a lagoas ou cursos d'água.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados durante o voo, como cupins, besouros, moscas, etc.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos ou árvores baixas, bem protegidos. Põe de 1 a 4 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cedro

Cedro

Nome científico: Cedrela fissilis.

Sinônimos populares: Cedro-rosa, cedrinho.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Praticamente em todo o Brasil.

Características: É uma árvore de até 22 metros de altura, porte semi-ereto, bem esgalhada na sua parte superior, tronco marrom-acinzentado, rugoso, folhas pinadas, lanceoladas, flores branco-amareladas, e o fruto é uma cápsula que se abre, liberando sementes aladas, não é comestível.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Sementes de média germinação. Crescimento rápido.

Utilidade: Sua madeira é de alto valor comercial, sendo bastante utilizada para construção de móveis, por exemplo.

Status ecológico: Ameaçado de extinção.

Observação importante: O corte indiscriminado e incontrolado desta espécie em matas nativas pode levá-la à extinção. Poderia ser cultivado da mesma forma que o eucalipto, uma vez que seu crescimento é rápido. É tempo de proteger essa e outras espécies ameaçadas pela ganância humana.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mãe-da-lua

Mãe-da-lua

Nome científico: Nyctibius griseus.

Sinônimos populares: Urutau, urutau-comum e urarataguá.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Costa Rica, Bolívia, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Características: É uma ave de até 28 centímetros de comprimento e pode apresentar-se com duas colorações básicas: a primeira com dorso, fronte, coroa e nuca marrom-acinzentados e peito e ventre cinza-claro salpicado de marrom-escuro; a segunda pode ser cinza-claro e salpicada de marrom-escuro em todo o corpo.

Hábitos sociais: Vive solitária.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em pleno voo como mariposas, cupins alados e besouros, por exemplo.

Habitat: Gosta de matas de galeria, mata atlântica e adapta-se também em locais mais abertos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Praticamente não nidifica. Aproveita algum encaixe que o toco onde esteja pousada apresente e põe um ovo. Leva em torno de 33 dias para eclodir. A mãe cuida do filhote por até sete semanas. Esse já aprende a permanecer imóvel desde o nascimento, de forma que fica praticamente invisível no ambiente.

Predadores: Aves de rapina como corujas e (mais raramente) serpentes arborícolas.

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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Picapauzinho-anão

Picapauzinho-anão

Nome científico: Veniliornis passerinus.

Sinônimo popular: Pica-pau-pequeno.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Bolívia, Paraguai e Venezuela.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com o dorso verde-amarelado, quase oliváceo, ventre e peito carijós, ou seja, pintalgado de branco e preto, cabeça cinza-clara com um topete vermelho.

Habitat: Gosta de espaços abertos como várzeas ou orla de matas de galeria.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos, principalmente de cupins e formigas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores, colmos de bambu ou palmeiras ou em galhos bem protegidos. Põe de 2 a 3 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Guaxigaba-açu

Guaxigaba-açu

Nome científico: Exostiles venusta.

Sinônimos populares: Vagem-grande, maria-mole, tamarindo-de-restinga.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Características; É uma árvore de até 10 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bastante esgalhada, densamente folhada, folhas compostas, pinadas, com cerca de 5 centímetros, verdes-brilhantes. Flores em racemos axilares, tomentosas, vermelhas com branco. O fruto é uma vagem achatada, marrom-escura quando madura, com cerca de 15 centímetros de comprimento. possui polpa carnosa, com 4 a 8 sementes de cor creme. Comestível, com sabor meio ácido.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou bordas de matas de galeria.

Tipo de solo: Aprecia solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade; Sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Semente de difícil germinação. Pode se auxiliar no processo utilizando ácido giberélico ou NPK 4-14-8 para quebra da dormência.

Utilidade na natureza; Serve de alimentação e abrigo para muitas aves.

Status ecológico: Corre risco de extinção por dois fatores: ação do homem e dificuldade de germinação. Assim, quando encontrar frutos na natureza, espalhe as sementes em vários lugares diferentes. Colabore com a natureza e a preservação dessa espécie.

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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Juriti-pupu

Juriti-pupu

Nome científico: Leptotila verreauxi.

Sinônimos populares: Pupu, pomba-juriti e White-tipped dove (em inglês).



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Argentina e sul dos Estados Unidos.

Características: É uma ave de até 28 centímetros, com dorso pardo-escuro , cabeça pardo um pouco mais clara e peito e ventre mais claros ainda, tendendo para o branco. Emite um canto similar a pu-pu, meio alongado, daí o seu nome popular. É uma ave relativamente mansa, convivendo bem nas cidades.

Habitat: Gosta de capoeiras, áreas próximas a matas de galeria, por exemplo.

Hábitos sociais: Vive solitária ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de sementes, insetos e frutos caídos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos bem protegidos, põe dois ovos que levam, em média, 14 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, micos e serpentes.

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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Canário-do-brejo

Canário-do-brejo

Nome científico: Emberizoides ypiranganus.

Sinônimo popular: Canarinho-do-brejo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

Características: É uma ave de até 18 centímetros de comprimento. com a cabeça cinzenta, dorso cinzento, asas misturadas de cinza, preto e amarelo, bico amarelo-ouro e pernas cinzentas. Possui canto melodioso.

Habitat: Gosta de espaços abertos como campos, várzeas e pântanos.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de sementes, insetos e frutas.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Constrói seu ninho em arbustos bem protegidos, põe 2 ou 3 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes.

Status ecológico: Embora esteja ameaçado devido a diminuição do seu ambiente natural, ainda não corre risco de extinção.

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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Taturana-cachorrinha

Taturana-cachorrinha

Nome científico: Megalopygigae podalia sp.

Sinônimos populares: Lagarta-cachorrinho, lagarta-gatinho, cachorrinha, cachorrinho, gatinho e taturana.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Praticamente em todo o território brasileiro.

Características: É uma lagarta com pelos longos amarelos-acastanhados, com aproximadamente 6 centímetros de comprimento. Os pelos são macios e não provocam mal, mas escondem cerdas mais duras e venenosas. Os acidentes normalmente provocam dor e vermelhidão local, podendo estender-se às axilas ou região pubiana.

Habitat: Vive nas folhas das árvores. Das árvores frutíferas, preferem a goiabeira.

Hábitos sociais: A partir do momento que saem dos ovos, são autônomas e vivem isoladas.

Hábitos alimentares: Alimentam-se unicamente de folhas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: São a fase larval de algumas borboletas. Só reproduzirão depois de adultas.

Predadores: Algumas aves como a alma-de-gato, por exemplo.

Tratamento em caso de acidente: O melhor tratamento é retirar os restos das cerdas urticantes da pele e aplicar gelo no local. Em caos mais sérios, pode-se usar anti-histamínicos ou, ainda, procurar um hospital e tomar soro específico para a espécie. Convém levar a lagarta junto para melhor identificação.

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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Marimbondo enxu-da-beira-do-telhado

Marimbondo enxu-da-beira-do-telhado

Nome científico: Polybia scutelaris.

Sinônimos populares: Marimbondo-boca-torta, camoatim, camoati e canguaxi.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Em todo o Brasil.

Características: É uma vespa social com cerca de 1,5 centímetro de comprimento de cor preta com listras amarelas. O vespeiro pode ser cônico ou irregular, quase sempre fechado, mas pode apresentar-se aberto na parte inferior.

Hábitos sociais: Vive em grupos com 300 vespas, em média. Sua moradia é construída com uma mistura de fragmentos de árvores secas e saliva, algo similar a nossa celulose.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar, frutas e flores.

Habitat: Constroem seu vespeiro em telhados ou galhos de árvores.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Comportamento: É uma vespa agressiva, defendendo bem o vespeiro.

Picada: Sua picada é dolorida, principalmente porque ataca o rosto, olhos e boca.

Tratamento: Aplicação de gelo no local e remédios anti-histamínicos.

Predadores: Aves e algumas outras vespas carnívoras.

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quarta-feira, 12 de abril de 2017

Grão-de-bode

Grão-de-bode

Nome científico: Swartzia oblata.

Sinônimo popular: Favão.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sudeste, Centro-oeste e parte do Nordeste.

Características: É uma árvore de até 15 metros de altura. Quando está em local com baixa luminosidade, tem pouco esgalhamento, tronco fino e fica mais alta. Quando está em local com alta luminosidade, tem esgalhamento abundante, tronco mais grosso e fica com menor altura. Tronco liso, marrom-acinzentado. Folhas compostas, pinadas, com cerca de 5 centímetros de comprimento. Flores bonitas, branco-amareladas. Os frutos ficam dependurados no tronco e nos galhos mais grossos, são vagens grossas de até 20 centímetros, parece uma vagem de feijão tamanho gigante, com sementes envoltas em um arilo amarelo comestível.

Habitat: Mata atlântica, mata de galeria e mata ciliar.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes. Estas são de fácil germinação. levam de 20 a 60 dias para germinarem.

Utilidade na natureza: Os frutos são apreciados por macacos, micos e pássaros. São comestíveis para humanos.

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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Milho-de-grilo

Milho-de-grilo

Nome científico: Lantana aff. lilacina desf.

Sinônimos populares: Lantaninha e lantana-lilás..


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste.

Características: É um arbusto de até 1,5 metro de altura, com médio esgalhamento, folhas crenadas, verticiladas, verdes-escuras. Flores minúsculas lilacíneas. Frutos esféricos pequenos, dispostos em cachos de até 8 centímetros, lilacíneos. Muio saborosos. Frutifica no verão.

Habitat: Ocorre em matas ciliares, várzeas e campos próximos a matas de galeria.

Tipo de solo: Gosta de solos férteis, meio arenosos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Na natureza, as sementes hibernam até a chegada da chuva da primavera para germinarem. Mas é possível quebrar a dormência delas com o uso de ácido giberélico ou NPK 4-14-8.

Utilidade na natureza: Seu fruto é muito apreciado por pássaros e insetos.

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quinta-feira, 30 de março de 2017

Bicho-pau

Bicho-pau

Nome científico: Ctenomorpha marginipennis.

Sinônimos populares: Bicho-de-pau, bicho-graveto e mané-magro.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em boa parte da América do Sul.

Características: É um inseto exótico, delgado,parecido com finos galhos de árvore (uma das melhores camuflagens do mundo dos insetos), marrom-acinzentado. A fêmea pode chegar a 20 centímetros de comprimento e o macho a 12 centímetros. É um animal completamente inofensivo. Protege-se contra seus predadores produzindo uma substância leitosa e repulsiva.

Habitat: Gosta de campos, cerrados, orla de matas, mata ciliar e mata de galeria.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de folhas e ervas.

Hábitos sociais: Vive solitário. Machos encontram-se com a fêmea apenas para acasalamento.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Pode ser sexuada (encontro do macho com a fêmea) ou assexuada (quando não depende de fertilização). A fêmea deixa seus ovos no chão de forma aleatória, em várias direções. Os ovos demoram, em média, 120 dias para eclodirem. Os filhotes são cópias do adulto e completamente independentes.

Predadores: Algumas aves, aranhas e louva-a-deus.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 28 de março de 2017

Uva-do-mato-da-flor-vermelha

Uva-do-mato-da-flor-vermelha

Nome científico: Cissus paullinifolia.

Sinônimos populares: Parreira-brava e uva-pintadinha.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São paulo, Paraná e Santa Catarina.

Características: É um cipó trepador, com caule cilíndrico, marrom-avermelhado, folhas verticiladas, oblanceoladas, verdes-brilhantes. Flores em cachos, vermelhas, decorativas. Os frutos são uma baga oblonga de até 1,2 centímetros de diâmetro, vinhos-escuros, quase pretos. Comestíveis. Saborosos.

Habitat: Cerrado, campos abertos e orlas de matas de galeria ou matas ciliares.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Leva entre 30 e 60 dias para germinarem.

Importância ecológica: Seus frutos são fonte de alimento para muitos pássaros e micos.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Abraço preservacionista!

terça-feira, 21 de março de 2017

Araticuí

Araticuí

Nome científico: Annona dolabripetala.

Antiga classificação científica: Rollinia longifolia.

Sinônimo popular: Atinha-do-mato.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Goiás e Rio de Janeiro.

Características: É uma árvore de até 6 metros de altura, tronco esguio, marrom-acinzentado, pouco esgalhada, folhas alternadas, simples, ovadas, verdes-foscas. Flores esverdeadas, com 3 pétalas coreáceas. Frutos sincárpios (vários frutos reunidos em um só), amarelos quando maduros. Saborosos.

Habitat: Mata atlântica e mata de galeria.

Tipo de solo: Ocorre em solos semi-ácidos, às vezes até pedregosos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes. Semente de difícil germinação. Deve ser colocada de molho por uma semana numa solução de ácido giberélico ou NPK 4-14-8 com água. Leva, em média, 45 dias para germinar.

Usos: Além de ser um ótimo alimento para a fauna selvagem, como pássaros e micos, pode ser consumida in natura por humanos ou em forma de sucos e geleias.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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domingo, 19 de março de 2017

Guaranaí

Guaranaí

Nome científico: Paullinia rubiginosa.

Sinônimos populares: Guaraná-anão, guaraná-pequeno e guaraná-mirim.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, Argentina e Paraguai.

Características: É um cipó trepador, com gavinhas, caule lenhoso, ramos flexíveis, folhas opostas, obovadas, verdes-brilhantes. Flores em cachos, agrupadas em feixes. Os frutos são vermelhos, com 2 ou 3 sementes negras, envoltas por um arilo branco adocicado. Frutifica de fevereiro a março.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou próximo a corpos d'água.

Tipo de solo: Prefere solos fértes a semi-ácidos, bem drenados.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Luminosidade: De meia-sombra a sol pleno.

Multiplicação: Por sementes.

Função ecológica: Serve de abrigo e alimento para grande quantidade de aves.

Preparação: As sementes são lavadas e passadas na peneira para a retirada do arilo, secas e socadas para retirar a casca. Após, são levadas ao forno para torrefação. Depois de esfriar são moídas. Com o pó, prepara-se a bebida, similar a um chá ou pode ser adicionado a outras bebidas.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Murici-do-campo

Murici-do-campo

Nome científico: Byrsonima crassifolia.

Sinônimos populares: Murici e murici-de-folha-grossa.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Bahia.

Características: É uma árvore de até 4 metros de altura, bastante esgalhada, densamente folhada. Folhas opostas cruzadas, ovaladas, verdes-escuras na parte superior e verdes-foscas na parte inferior, coreáceas. Flores diminutas, amarelas, Frutifica de dezembro a março, frutos em cachos, arredondados, com cerca de 1 centímetro de diâmetro, verdes, mesmo quando maduros, cheirosos e muito gostosos.

Tipo de solo: Gosta de solos semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Baixo poder de germinação. Essa pode ser induzida, quebrando a dormência, deixando a semente de molho numa mistura de água e ácido giberélico ou NPK 4-14-8 por uma semana. Leva de 40 a 80 dias para germinar.

Status ecológico: Apesar de ter o ambiente ameaçado, ainda não corre risco de extinção.

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