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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Fruta-azul ( planta exótica)

Fruta-azul

Nome científico: Coccocypselum lanceolatum.

Sinônimos: Cauabori, veludo-rasteiro e azulzinha-do-bosque.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados do Sul, Sudeste e Nordeste.

Ambiente: Gosta de solos ácidos, bem drenados e matéria orgânica resultante da decomposição de folhas das árvores. Cresce sob a meia-sombra proporcionada pelas árvores do cerrado, dos campos eou da caatinga.

Características: É uma planta rasteira de cerca de 50 centímetros de diâmetro, com folhas aveludadas, verde-escuro, flores roxas e frutos azuis, semelhantes à uma pequeníssima pera. Atualmente vem sendo usada em jardinagem por sua beleza singular. Floresce de dezembro a janeiro e frutifica do final de janeiro à março. Seus frutos são comestíveis e dão um suco de sabor ímpar, diferente.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Como fazer a semeadura: Suas sementes são negras e minúsculas. Semeie sobre um canteiro previamente preparado com terra fofa e folhas moídas. Proteja contra o sol direto. As sementes levam de um até seis meses para brotarem.

Status ecológico: Devido à grande colheita de seus frutos, sem deixar semente em seu habitat natural, em alguns lugares já se encontra em extinção.

É importante ao encontrá-la na natureza, semear suas sementes no solo ao redor da planta mãe.
A natureza agradece!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Marreca-cabocla

Marreca-cabocla

Nome científico: Dendrocygna autumnalis.

Sinônimos: Asa-branca e marajoara.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Argentina, Bolívia e Brasil.

Habitat: Vivem em lagoas, alagados, brejos e rios.

Características: São aves de 50 a 60 centímetros de comprimento, com bico achatado (típico de marrecos e patos), vermelho, dorso marrom-ferrugíneo, ventre preto, parte de cima da cabeça marrom, parte central da cabeça, cinza, pescoço marrom e peito cinza bem claro, quase branco, asa marrom com alguma penas brancas, vistas em maior quantidade quando está de asas abertas, pernas e pés vermelhos.

Hábitos sociais: Vivem em trios ou casais.

Hábitos alimentares: Comem sementes, folhas, arroz, vermes, larvas, pequenos crustáceos e pequenos peixes.


    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ocos de pau, palmeiras ou no solo. Podem fazer uso comunitários de um mesmo ninho. Põem, em geral, 2 ou 3 ovos, que levam entre 26 e 28 dias para chocarem. O casal ou o trio cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina, serpentes que vivem perto ou dentro da água e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Jaçanã

Jaçanã

Nome científico: Jacana jacana.

Sinônimos: Cafezinho, casaca-de-couro, ferrão, japiaçó, marrequinha, menino-do-banhado, nhaçanã, piaçó, piacoça, pia-sol e narceja.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Em quase toda o continente americano e em todo o Brasil.

Habitat: Vive em lagoas, rios, inundados e brejos.

Características: É uma ave de cerca de 40 centímetros, pernas compridas e finas, pretas, com dorso e parte superior das asas vermelho-amarronzado, peito, pescoço e cabeça pretos, bico amarelo e um escudo frontal vermelho perto dos olhos.

Hábitos sociais: Vivem aos casais ou em grupos. Uma fêmea pode ter mais de um macho, formando, às vezes, pequenos haréns.

Hábitos alimentares: Se alimentam de pequenos grãos e sementes, insetos e larvas aquáticas.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em micro-ilhas formadas por capim e plantas aquáticas. Põem 4 ovos que levam cerca de 28 dias para chocarem. As fêmeas se rivalizam muito, podendo até matar os filhotes uma da outra. O curioso é que o macho não faz nada para proteger os filhotes de outras fêmeas porque parece não se lembrar de sua parceira, podendo até mesmo cruzar com a fêmea invasora.

Predadores: Aves de rapina, serpentes com hábitos aquáticos e jacarés.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Observação: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.
Abraço!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Biguá

Biguá

Nome científico: Phalacrocorax brasilianus.

Sinônimos: Não possui.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Parte da América do Sul, Estados Unidos e Brasil.

Habitat: Vivem em margens de rios e lagoas.

Características: É uma ave grande com cerca de 75 centímetros de comprimento, envergadura de 1,5 metro, negra, pescoço comprido, bico grande e fino, cinza com a base amarela.

Hábitos sociais: Vivem em grupos de 3 a 12 indivíduos, raramente solitários ou só aos casais.

Hábitos alimentares: Comem peixes, crustáceos, larvas de insetos aquáticos e pequenos anfíbios.



    Foto: Evandro Carlos Ferreira dos Santos


Reprodução: Fazem seus ninhos em ninhais nas copas de árvores altas em beiras de lagoas ou locais inundados. Põem de 3 a 4 ovos que levam 24 dias para chocarem. Os pais cuidam dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina (que atacam os filhotes) e serpentes aquáticas ou do meio aquático.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

Importante: Nenhum animal fotografado e usado em nossas matérias sofreu quaisquer danos, estando em plena liberdade na natureza.

Abraço!