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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Abacaxizinho-do-cerrado

Abacaxizinho-do-cerrado

Nome científico: Ananas ananassoides e Ananas comosus.

Sinônimos populares: Abacaxizinho ou abacaxi-do-cerrado.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato-Grosso-do-Sul e São-Paulo.

Características: É uma bromélia terrestre, com folhas lanceoladas, vincadas centralmente, com espinhos nas laterais, dispostas em rosetas. O fruto é um abacaxi em miniatura, um pouco mais ácido.

Habitat: Cerrado e campos sujos.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Luminosidade: Sol pleno.

Multiplicação: Por mudinhas que surgem ao lado da planta-mãe ou pela "coroa" do fruto.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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terça-feira, 13 de junho de 2017

Beija-flor-tesoura-verde

Beija-flor-tesoura-verde

Nome científico: Thalurania furcata.

Sinônimos populares: Beija-flor-de-barriga-violeta e beija-flor-de-ventre-roxo.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Ocorre praticamente em todo o Brasil, menos na região Sul.

Características: É uma ave de até 10 centímetros de comprimento, bico fino e comprido, negro. O macho possui dorso, cabeça e garganta esverdeados e peito e ventre azul/violeta. A fêmea possui peito, ventre e dorso acinzentados com matizes verdes.

Habitat: Gosta de espaços abertos nas orlas de matas de galeria ou ciliares.

Hábitos sociais: Vive solitário.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de néctar das flores e de insetos capturados durante o voo.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Constrói seu ninho em forquilhas de arbustos ou árvores a cerca de 2 metros de altura. Esse ninho é feito de pedacinhos de folhas, capim e paina ou teia de aranha. Põe 2 ovos que levam em torno de 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina ou serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
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quinta-feira, 8 de junho de 2017

Suiriri-pequeno

Suiriri-pequeno

Nome científico; Satrapa icterophrys.

Sinônimos populares: Suiriri, suiriri-de-sobrancelhas-amarelas e em inglês yellow-browed-tyrant.


    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Brasil, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e parte da Nordeste.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com a parte superior da cabeça, dorso e parte inferior e superior da cauda acinzentados, ventre amarelo, peito e garganta cinza-claros, meio amarelados, acima do olho tem um risco amarelado similar a uma sobrancelha.

Habitat: Gosta de espaços abertos próximo a lagoas ou cursos d'água.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados durante o voo, como cupins, besouros, moscas, etc.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Reprodução: Faz seu ninho em arbustos ou árvores baixas, bem protegidos. Põe de 1 a 4 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. A fêmea cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Cedro

Cedro

Nome científico: Cedrela fissilis.

Sinônimos populares: Cedro-rosa, cedrinho.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Ocorrência: Praticamente em todo o Brasil.

Características: É uma árvore de até 22 metros de altura, porte semi-ereto, bem esgalhada na sua parte superior, tronco marrom-acinzentado, rugoso, folhas pinadas, lanceoladas, flores branco-amareladas, e o fruto é uma cápsula que se abre, liberando sementes aladas, não é comestível.

Tipo de solo: Gosta de solos ácidos a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade: Sol pleno.



    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Multiplicação: Por sementes. Sementes de média germinação. Crescimento rápido.

Utilidade: Sua madeira é de alto valor comercial, sendo bastante utilizada para construção de móveis, por exemplo.

Status ecológico: Ameaçado de extinção.

Observação importante: O corte indiscriminado e incontrolado desta espécie em matas nativas pode levá-la à extinção. Poderia ser cultivado da mesma forma que o eucalipto, uma vez que seu crescimento é rápido. É tempo de proteger essa e outras espécies ameaçadas pela ganância humana.

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mãe-da-lua

Mãe-da-lua

Nome científico: Nyctibius griseus.

Sinônimos populares: Urutau, urutau-comum e urarataguá.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Costa Rica, Bolívia, Argentina, Uruguai e Paraguai.

Características: É uma ave de até 28 centímetros de comprimento e pode apresentar-se com duas colorações básicas: a primeira com dorso, fronte, coroa e nuca marrom-acinzentados e peito e ventre cinza-claro salpicado de marrom-escuro; a segunda pode ser cinza-claro e salpicada de marrom-escuro em todo o corpo.

Hábitos sociais: Vive solitária.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos capturados em pleno voo como mariposas, cupins alados e besouros, por exemplo.

Habitat: Gosta de matas de galeria, mata atlântica e adapta-se também em locais mais abertos.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Praticamente não nidifica. Aproveita algum encaixe que o toco onde esteja pousada apresente e põe um ovo. Leva em torno de 33 dias para eclodir. A mãe cuida do filhote por até sete semanas. Esse já aprende a permanecer imóvel desde o nascimento, de forma que fica praticamente invisível no ambiente.

Predadores: Aves de rapina como corujas e (mais raramente) serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.
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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Picapauzinho-anão

Picapauzinho-anão

Nome científico: Veniliornis passerinus.

Sinônimo popular: Pica-pau-pequeno.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, Bolívia, Paraguai e Venezuela.

Características: É um pássaro de até 15 centímetros de comprimento, com o dorso verde-amarelado, quase oliváceo, ventre e peito carijós, ou seja, pintalgado de branco e preto, cabeça cinza-clara com um topete vermelho.

Habitat: Gosta de espaços abertos como várzeas ou orla de matas de galeria.

Hábitos sociais: Vive solitário ou em casais.

Hábitos alimentares: Alimenta-se de insetos, principalmente de cupins e formigas.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Reprodução: Faz seu ninho em ocos de árvores, colmos de bambu ou palmeiras ou em galhos bem protegidos. Põe de 2 a 3 ovos que levam, em média, 15 dias para eclodirem. O casal cuida dos filhotes.

Predadores: Aves de rapina e serpentes arborícolas.

Status ecológico: Sem risco de extinção.

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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Guaxigaba-açu

Guaxigaba-açu

Nome científico: Exostiles venusta.

Sinônimos populares: Vagem-grande, maria-mole, tamarindo-de-restinga.


    Foto: Daniel Carvalho Gonçalves


Ocorrência: Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Características; É uma árvore de até 10 metros de altura, tronco liso, marrom-acinzentado, bastante esgalhada, densamente folhada, folhas compostas, pinadas, com cerca de 5 centímetros, verdes-brilhantes. Flores em racemos axilares, tomentosas, vermelhas com branco. O fruto é uma vagem achatada, marrom-escura quando madura, com cerca de 15 centímetros de comprimento. possui polpa carnosa, com 4 a 8 sementes de cor creme. Comestível, com sabor meio ácido.

Habitat: Gosta de matas ciliares ou bordas de matas de galeria.

Tipo de solo: Aprecia solos férteis a semi-ácidos, bem drenados.

Luminosidade; Sol pleno.



    Foto: Maria do Carmo Silva


Multiplicação: Por sementes. Semente de difícil germinação. Pode se auxiliar no processo utilizando ácido giberélico ou NPK 4-14-8 para quebra da dormência.

Utilidade na natureza; Serve de alimentação e abrigo para muitas aves.

Status ecológico: Corre risco de extinção por dois fatores: ação do homem e dificuldade de germinação. Assim, quando encontrar frutos na natureza, espalhe as sementes em vários lugares diferentes. Colabore com a natureza e a preservação dessa espécie.

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